Vale a pena sair do CD e começar uma coleção de Vinil?

Todos que acompanham o blog sabem que sou um grande fã de música. Essa paixão pela música é uma coisa de família, minha mãe ouvia música o dia inteiro. Então acabei adquirindo essa paixão. Quando eu era moleque, a única maneira de ouvir música, além do rádio, eram comprando os discos de vinil. Em 1995 eu comprei o meu primeiro CD, o X-Factor do Iron Maiden. A minha primeira impressão foi muito positiva.

A minha primeira impressão como CD era a questão da alta qualidade. Conforme eu comprava mais CDs eu percebia detalhes que não conseguia ouvir nos discos de vinil da mesma obra. A minha conclusão precipitada na época era de que os discos de vinil não eram bons e acabei me desfazendo de todos os que eu possuía. Muitos anos depois, ao visitar um amigo, ouvi a reprodução de um disco de vinil e fiquei maravilhado com a qualidade. Quase não acreditei. Foi nesse momento que percebi a realidade. O problema não eram os discos de vinil, mas o meu aparelho de som que era muito ruim.

Algum tempo atrás eu tentei a voltar a consumir discos de vinil, porém foi uma experiência meio traumática. Eu conto toda essa história nesse vídeo que gravei para o quadro “Papo de Colecionar” do canal Disconecta do amigo Marcelo Scherer. Convido a todos que tem alguma dúvida sobre coleção de discos de vinil e qualidade sonora a acompanharem esse papo.

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Eu sou Gilson Lorenti

Fotógrafo de mulheres, mentor de fotografia e fã de música e cinema. Esse é meu blog onde falo um pouco sobre todos esses assuntos. Seja bem vindo.

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